Anunciando, Amando, Apressando e Aguardando a Volta de Jesus!

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1.7.11

SEMANA DE ORAÇÃO JOVEM!

Tem semana de ORAÇÃO JOVEM chegando!
Dos dias 02 a 09 de julho será realizada a SEMANA DE ORAÇÃO JOVEM na nossa Igreja.
O Orador Oficial será o nosso amigo Romero Rolim, da IASD Central de Jardim Paulista. Teremos muitos louvores, brindes, muita oração e principalmente COMUNHÃO!  Ao final, será realizada um lindo batismo, coroando o término de uma semana repleta de bênçãos!
Programe-se para uma semana de renovação com Deus e mude a sua vida!

19.6.11

Como jesus morreu?

Há pelo menos dois livros sérios sobre a paixão e morte de Jesus, em português. O mais antigo, escrito há mais de trinta anos, é do medico e cirurgião francês Pierre Barbet que estudou o assunto durante 25 anos. O livro se chama “A Paixão de Cristo Segundo o Cirurgião” (Ed.Loyola, SP). No próximo artigo eu coloco um resumo da Paixão do Senhor segundo Dr.Pierre.

Outro livro recente, sério, científíco, é do médico legista americano Dr. Frederick Zugibe, um dos mais conceituados peritos criminais em todo o mundo e professor da Universidade de Columbia, dissecou a morte de Jesus com a objetividade científica da medicina.

Ele foi patologista-chefe do Instituto Médico Legal de Nova York durante 35 anos. As suas conclusões estão no livro “A crucificação de Jesus – as conclusões surpreendentes sobre a morte de Cristo na visão de um investigador criminal”, recém-lançado no Brasil (Editora Idéia e Ação, 455 págs.).

O legista afirma que a “causa mortis” de Jesus foi parada cardiorrespiratória decorrente de hemorragia e perda de fluidos corpóreos (choque hipovolêmico), isso combinado com choque traumático decorrente dos castigos físicos a ele infligidos.

Para seus estudos Dr. Zugibe utilizou uma cruz de madeira construída nas medidas que correspondem às informações históricas sobre a cruz de Jesus (2,34 metros por 2 metros), selecionou voluntários para serem suspensos, monitorou eletronicamente cada detalhe.

Os seus estudos sobre a morte de Jesus começam no Jardim das Oliveiras, quando Jesus passa por sua agonia mortal; em seguida  condenação, açoitamento e crucificação. O médico analisou o suor de sangue de Jesus no Horto das Oliveiras;  segundo o legista, com o fenômeno da hematidrose, raro na literatura médica, mas que pode ocorrer em indivíduos que estão sob forte stress mental, medo e sensação de pânico. As veias das glândulas sudoríparas se comprimem e depois se rompem, e o sangue mistura-se então ao suor que é expelido pelo corpo.

Jesus  foi vítima de extrema angústia mental e isso drenou e debilitou a sua força física até a exaustão total. Para descrever com precisão os ferimentos causados pelo açoite, Dr. Zugibe pesquisou os tipos de chicotes que eram usados no flagelo dos condenados. Em geral, eles tinham três tiras e cada uma possuía na ponta pedaços de ossos de carneiro ou outros objetos pontiagudos. A conclusão é que Jesus Cristo recebeu 39 chibatadas (o previsto na  Lei Mosaica), o que equivale a 117 golpes, já que o chicote tinha três pontas. As conseqüências médicas são hemorragias, acúmulo de sangue e líquidos nos pulmões e possível laceração no baço e no fígado. A vítima também sofre tremores e desmaios, reduzida a uma massa de carne destroçada, ansiando por água, diz o legista.

Ao final do açoite, uma coroa de espinhos foi cravada na cabeça de Jesus, causando sangramento no couro cabeludo, na face e na cabeça. Os espinhos atingiram ramos de nervos que provocam dores terríveis quando são irritados. É o caso do nervo trigêmeo, na parte frontal do crânio, e do grande ramo occipital, na parte de trás. As dores do trigêmeo são descritas como as mais difíceis de suportar e há casos nos quais nem a morfina consegue amenizá-las.


Em busca de precisão científica, Dr.Zugibe foi a museus de Londres, Roma e Jerusalém para se certificar da planta exata usada na confecção da coroa. Entrevistou botânicos e em Jerusalém conseguiu sementes de duas espécies de arbustos espinhosos. Ele as cultivou em sua casa. O pesquisador concluiu então que a planta usada para fazer a coroa de espinhos de Jesus foi o espinheiro- de-Cristo sírio, arbusto comum no Oriente Médio e que tem espinhos capazes de romper a pele do couro cabeludo.

Após o suplício dessa coroação, amarraram nos ombros de Jesus a parte horizontal de sua cruz (cerca de 22 quilos) e penduraram em seu pescoço o título, placa com o nome e o crime cometido pelo crucificado,  em latim, INRJ – Jesus Nazareno Rei dos Judeus. Jesus caminhou com a cruz, segundo Dr. Zugibe, oito quilômetros. Segundo ele, Cristo não carregou a cruz inteira, a estaca vertical costumava ser mantida fora dos portões da cidade, no local onde ocorriam as crucificações.

Ao chegar ao local de sua morte, as mãos de Jesus foram pregadas à cruz com pregos de 12,5 centímetros de comprimento. Esses objetos perfuraram as palmas de suas mãos, pouco abaixo do polegar, região por onde passam os nervos medianos, que geram muita dor quando feridos. Preso à trave horizontal, Cristo foi suspenso e essa trave, encaixada na estaca vertical. Os pés de Jesus foram pregados na cruz, um ao lado do outro, e não sobrepostos mais uma vez, ao contrário do que a arte e as imagens representaram ao longo de séculos. Os pregos perfuraram os nervos plantares, causando dores lancinantes e contínuas.

Preso à cruz, Cristo passou a sofrer fortes impactos físicos. Para conhecê-los em detalhes, o médico legista reconstituiu a crucificação com voluntários assistidos por equipamentos médicos. Os voluntários tinham entre 25 e 35 anos e o monitoramento físico incluiu eletrocardiograma, medição da pulsação e da pressão sangüínea. Todos os voluntários observaram que era impossível encostar as costas na cruz. Eles sentiram fortes cãibras, adormecimento das panturrilhas e das coxas e arquearam o corpo numa tentativa de esticar as pernas.

Dr. Zugibe analisou três teorias principais sobre a causa da morte de Jesus: asfixia, ruptura do coração e choque traumático e hipovolêmico. Ele afirma que a teoria mais propagada é a da morte por asfixia, mas ela jamais foi testada cientificamente. O cirurgião francês Pierre Barbet defende que Jesus morreu por asfixia, Zugibe classifica essa tese de indefensável sob a perspectiva médica.

Quanto à hipótese de Cristo ter morrido de ruptura do coração ou ataque cardíaco, Zugibe alega ser muito difícil que isso ocorra a um indivíduo jovem e saudável, mesmo após exaustiva tortura: Arteriosclerose e infartos do miocárdio eram raros naquela parte do mundo. Só ocorriam em indivíduos idosos. Ele descarta a hipótese por falta de provas documentais. Para ele a causa da morte foi o choque causado pelos traumas e pelas hemorragias. A isso somaram-se as terríveis dores provenientes dos nervos medianos e plantares, o trauma na caixa torácica, hemorragias pulmonares decorrentes do açoitamento, as dores da nevralgia do trigêmeo e a perda de mais sangue depois que um dos soldados lhe perfurou o peito, abrindo o átrio direito do coração.

Dr. Zugibe diz que os seus estudos aumentaram a sua crença em Deus: Depois de realizar os meus experimentos, eu fui às escrituras. É espantosa a precisão das informações. Ao final dessa viagem ao calvário, Zugibe faz o que chama de sumário da reconstituição forense. E chega à definitiva “causa mortis” de Jesus, em sua científica opinião: Parada cardíaca e respiratória, em razão de choque traumático e hipovolêmico, resultante da crucificação.

Prof. Felipe Aquino

7.5.11

"Respostas a um amigo ateu moderado"

"Olá, amigo, é sempre um prazer receber seus e-mails e conhecer seus pontos de vista. Saiba que você é um dos poucos ateus moderados (se me permite defini-lo assim) com os quais posso manter um diálogo construtivo e respeitoso. Farei meus comentários logo abaixo das suas citações entre aspas:


“O DI [design inteligente] viola as regras centenárias da ciência ao invocar e admitir causas sobrenaturais.”


O DI, quanto eu saiba, trabalha em bases científicas na identificação de design inteligente na natureza, mas não se importa com a natureza do designer. Admite a existência do designer (ou designers), mas não o invoca, como você escreveu. Flerta com a metafísica, às vezes. Mas o que o darwinismo faz, quando adota a priori uma filosofia não empiricamente testável, qual seja, o naturalismo filosófico?


“O DI a guisa de comprovação usa e abusa do argumento de autoridade, uma falácia lógica baseada no apelo a alguma autoridade reconhecida. Vide a ladainha em cima de Anthony Flew, Chesterton, C. S. Lewis entre outros.”


Na verdade, o pessoal do DI não se vale de Chesterton e Lewis, pois esses autores não eram cientistas. E Flew era filósofo (o maior filósofo ateu do século 20, sublinhe-se). Se você tivesse mencionado Michael Behe e Stephen Meyer, entre outros, teria acertado, já que esses, sim, são cientistas. Além disso, há também agnósticos e ateus que estão convencidos de que o design é real e empiricamente detectado na natureza: David Berlinski (judeu agnóstico, matemático, com livros já traduzidos em português) e Bradley Monton (ateu e professor de Filosofia), são dois bons exemplos. Você deve admitir que os darwinistas e neoateus também se valem do argumento da autoridade, pois usam e abusam da “fama” de gente como Dawkins, Crick e outros. E o que dizer do eternamente citado Darwin? O fato é que os darwinistas são especialistas no argumento da autoridade.


“A ciência se limita à busca de causas naturais para explicar fenômenos naturais. A ciência é uma disciplina em que a medida do valor científico ‘é sua capacidade de ser testada’, preferencialmente a qualquer poder eclesiástico ou coerência filosófica. Ao omitir deliberadamente explicações teológicas ou teleológicas para a existência ou características do mundo natural, a ciência não leva em consideração questões de ‘significado’ e ‘propósito’ no mundo.”


Você não acredita mesmo nisso, né? Por que, então, existe a disciplina Filosofia da Ciência? Eu poderia lhe indicar vários livros que tratam da filosofia por trás da ciência e indicar hipóteses não testáveis/não falseáveis na ciência. A ciência pode não estar debaixo da influência de poderes eclesiásticos (embora frequentemente esteja dos políticos), mas é preciso admitir que existe, sim, um mainstream oficial e que a nomenklatura (para usar uma expressão do Enézio) conduz o tipo de pesquisa que pode/deve ou não ser feito. Thomas Khun já dizia que muitos paradigmas apenas sobrevivem porque seus teimosos defensores ainda estão vivos. Ecos iluministas e marxistas ainda podem ser ouvidos em nosso tempo, fazendo do cientificismo o pensamento corrente, mas nem sempre admitido ou compreendido, mesmo por aqueles que o reverberam no meio acadêmico e na mídia secular.


“Embora explicações sobrenaturais possam ser importantes e detentoras de mérito, elas não fazem parte da ciência. Essa é uma convenção autoimposta da ciência, que limita a investigação sobre o mundo natural a explicações naturais, passíveis de serem testadas, é referida por filósofos como ‘naturalismo metodológico’.”


Criacionistas e teóricos do DI também adotam e valorizam o naturalismo metodológico. O problema, como já apontei, é o naturalismo filosófico. Você acredita mesmo que a hipótese dos multiversos, a evolução química (abiogênese), a macroevolução e a panspermia cósmica (para citar alguns exemplos) são “explicações naturais” baseadas em evidências? Essas hipóteses passam no crivo do método científico? São testáveis? Não, né. Mas são defendidas por peixes grandes da ciência... Aliás, temos até algumas excentricidades como a astrobiologia, que recebe verbas para pesquisa, embora nem sequer conte com objeto de estudo. Mas vá você tentar conseguir verbas para pesquisar evidências de uma catástrofe hídrica global e fazer escavações em encostas de montanhas (e não nas planícies da África) em busca de fósseis gigantes...


“Em outro artigo de Luis Felipe Pondé ele afirma acreditar na seleção natural. É coerente, da parte dele, considerar cafonas os ateus, que por sinal são mesmo. Mas de bobo ele não tem nada.”


Concordo com Pondé. A seleção natural existe, mas promove variações em níveis taxonômicos limitados. Os famosos tentilhões de Darwin são exemplo disso. Variaram ao longo de gerações, de ilha para ilha (Galápagos), mas continuaram sendo tentilhões. Na verdade, a seleção natural tem provado uma premissa criacionista: a diversificação de baixo nível, também chamada por alguns de “microevolução”.


Finalmente, quero destacar o fato de que, embora tenha implicações ateístas - e ateus defendem assim -, o darwinismo não precisa disso para ter mérito de considerações científicas. A mesma coisa ocorre com o design inteligente: tem implicações que favorecem o teísmo, mas não depende disso para sua plausibilidade científica.


É isso, amigo, há muito mais nuances (científicas e filosóficas) nessa discussão do que a gente possa imaginar.


Um abraço.


Michelson "

29.4.11

Grupo da IASD do ipsep

Grupo de Louvor

Estão abertas as inscrições para o grupo musical da Igreja do Ipsep. Se você deseja se unir a outras pessoas para louvar a Deus, procure o diretor de música e expresse o seu desejo de participar!
O louvor também é uma forma de pregação do evangelho, e através dele, muitos corações podem ser tocados! Seja um instrumento nas mãos do Senhor! Vagas limitadas!!!

9.4.11

Encontro de Jovens Solteiros!!

 
A Associação Pernambucana, promove, no dia 18 de junho, o Encontro de Jovens Solteiros. O local, bastante agradável e convidativo é o Hotel Onda Mar, ao lado do Ristorante e Pizzaria Casa D'Itália, em Boa Viagem. O valor é de R$50,00. O ingresso é individual, porém, no ato da inscrição, você deverá se unir a outro jovem do sexo oposto, ou seja, a inscrição é será feita por pares. Segundo a informação que o Pastor Agady nos deu na tarde de hoje, 09/04/11, serão disponibilizadas 15 vagas de pares por distrito; porém, "aquele que vai na frente, bebe água limpa". Se você ainda não garantiu sua presença, não perca mais tempo: encontre um par, corra até a Associação Pernambucana, e faça sua inscrição! Com certeza será um encontro inesquecível! Maiores informações com o pastor do distrito ou seu líder de jovens!!

Livro: O Grande Conflito - Ellen G. White

Em Dezembro deste ano de 2011, a IASD se prepara para receber o Livro "O Grande Conflito" pelo preço simbólico de R$ 1,00; dessa forma, teremos a oportunidade de adquiri-lo e doá-lo para as pessoas que precisam desta mensagem do advento de nosso Senhor Jesus Cristo. Planeje-se para contribuir com a pregação do evangelho, cumprindo assim à ordem do "Ide por todo mundo", deixada por Cristo. Enquanto não chegam os livros, o nosso blog disponibiliza para você e sua família o link do exemplar em .pdf, para que possam desfrutar dessa maravilhosa mensagem e falar do conteúdo ímpar das suas páginas. Não deixe de ler e salvar em seu computador! Segue abaixo: